20/03/2019

URGENTE - PF DESCOBRE MANDANTE DA MORTE DE MARIELLE FRANCO





                PF cita ex-deputado Brazão (ex-MDB) como possível mandante do assassinato 

UOL- O ex-deputado estadual Domingos Brazão, do Rio de Janeiro, é apontado como um dos “possíveis mandantes” do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL), há um ano, de acordo com trecho do inquérito da Polícia Federal. A informação é dos jornalistas Flávio Costa e Sérgio Ramalho, do portal UOL.

Duas pessoas ligadas à investigação confirmaram que o ex-emedebista é um dos alvos de procedimento instaurado pela Delegacia de Homicídios do Rio. O trabalho da Polícia Civil no caso, após solicitação da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, já que ela entendeu que algumas pessoas poderiam tentar desviar o foco do crime.





Em junho do ano passado, ele chegou a prestar depoimento à DH, onde negou qualquer relação com o caso.
O advogado Ubiratan Guedes reiterou que "seu cliente nega qualquer envolvimento nas mortes de Marielle e Anderson". De acordo com o defensor, Brazão tem todo o interesse no esclarecimento do crime e colocou à disposição da Justiça seus sigilos bancários, fiscal e telefônico. Guedes afirma que o ex-deputado não conhece nem o delegado federal nem o ex-PM que incriminou Siciliano.


Procurada para comentar a suspeita sobre Brazão, a Polícia Civil do Rio não respondeu ao  enviado pela reportagem. 
Em 2017, preso por receber propinas no TCE-RJ Durante sua trajetória política pelo MDB, Brazão teve problemas com a Justiça. A situação se complicou em 29 de março de 2017, quando quatro conselheiros do TCE-RJ e Brazão foram presos  durante a deflagração da Operação Quinto do Ouro. Eles são acusados de recebimento de propinas de empresários para não fiscalizarem obras e uso de verbas públicas do governo do Rio de Janeiro - o processo corre no STJ (Superior Tribunal de Justiça). Solto posteriormente, o grupo está afastado do tribunal desde então.Dois anos antes, Brazão havia sido escolhido pela Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) para ocupar uma vaga do tribunal. Ao tomar posse do cargo, por exigência da lei, ele deixou o MDB. A indicação foi apadrinhada pelo então presidente da Casa, Jorge Picciani (MDB). O único partido a se posicionar contra foi o PSOL, partido de Marielle.
O então deputado teve também o nome citado na CPI das Milícias, realizada em 2008, sob a presidência de Marcelo Freixo (PSOL-RJ), de quem Marielle foi assessora. Em junho passado, Freixo participou de uma reunião, a pedido de dois delegados da Polícia Civil do Rio, com integrantes do Ministério Público Federal para tratar de uma possível conexão de deputados do MDB com a morte de Marielle. O encontro foi revelado pela revista "Veja".No último dia 12.

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