25/05/2019

Chitãozinho vai ajudar programa de Bolsonaro “Juntos Pelo Araguaia”

Cantor Chitãozinho, da dupla com Xororó, se torna embaixador do Rio Araguaia

Chitãozinho é nomeado 'Embaixador do Araguaia' por Caiado apesar de processo por danos ambientais à região do rio
O cantor sertanejo Chitãozinho, da dupla com Xororó, será embaixador do programa “Juntos Pelo Araguaia”, com foco na recomposição florestal e conservação do solo e da água.

O projeto nasceu de uma parceria entre os governadores Ronaldo Caiado (GO) e Mauro Mendes (MT) e foi abraçado pelo Ministério do Meio Ambiente de Jair Bolsonaro. Chitãozinho foi escolhido, entre outros motivos, por ter se comprometido a reflorestar área de 58 hectares desmatados de sua fazenda. A mensagem: agronegócio e meio ambiente podem andar juntos.

A iniciativa faz parte do projeto “Juntos pelo Araguaia”. Para ajudar na recuperação de toda a bacia do rio, o sertanejo participará do lançamento do programa, no dia 5 de junho, e deve fazer, ao lado de outros artistas, um show beneficente.


O projeto prevê a recuperação de toda a bacia, contemplando os estados de Goiás e Mato Grosso. Para o cantor, é uma honra representar o Araguaia, rio que de que é “frequentador assíduo” há muitos anos.

“A gente sabe da beleza que é o Rio Araguaia, que, infelizmente, está sendo sufocado. Então, convido todos vocês para comparecerem lá em Araguarças para lançarmos essa campanha”, afirmou.

Show dos amigos. Chitãozinho não receberá cachê. O lançamento será em 5 de junho, Dia Internacional do Meio Ambiente, entre os municípios de Aragarças (GO) e Barra do Garças (MT). Está prevista a participação de Jair Bolsonaro.

Rancho fundo. Na primeira etapa do programa, serão recuperados 5 mil hectares em cada Estado. Se der certo, o governo federal vai expandir para as demais unidades da Federação.

Diz que é verdade. Em fevereiro, internado no hospital Albert Einstein, em SP, Bolsonaro chorou ao ouvir uma interpretação de Evidências, clássico de Chitãozinho e Xororó.


Memória boa. Um ex-ministro lembra que o conjunto habitacional inaugurado por Bolsonaro em Petrolina (PE) foi construído quase integralmente pelo governo de Michel Temer.

Captei. Não passou despercebida pela frente evangélica a tentativa de Dias Toffoli de adiar a votação no STF para depois de a Câmara apreciar o projeto de criminalização da homofobia aprovado no Senado.

Aritmética. Depois de a Coluna revelar que o juiz Paulo Antônio de Carvalho recebeu R$ 762 mil só no contracheque de abril, o Sindicato dos Servidores da Justiça de MG fez as contas: um servidor em início de carreira levaria 21 anos para alcançar o valor.

Um comentário:

  1. Há um pequeno erro na reportagem. O conjunto habitacional de Petrolina não é do governo federal. Não é verdade que foi construído no governo Temer. O conjunto habitacional de Petrolina é particular, pago pelos moradores. Cada morador deu uma entrada de 13 mil reais e continua pagando 600 reais por mês. Verdade seja dita: Saiu do suor do trabalhador de Petrolina, sem ajuda do governo do Temer, nem do Bolsonaro que foi inaugurar, mentindo que tinha participação. Aliás, mentir é o que mais Bolsonaro faz.

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